Em carta dirigida aos Estados-membros das Nações Unidas, o Secretário-geral prevê que a situação financeira da organização irá se “deteriorar” em um futuro “próximo”.
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A carta, escrita em 28 de janeiro deste ano e posteriormente publicada em jornais internacionais, traz um tom de advertência aos países-membros. Em um dos trechos, o documento afirma: “A crise está se aprofundando, ameaçando a execução dos programas e correndo o risco de um colapso financeiro. E a situação deverá se deteriorar ainda mais em um futuro próximo”. Segundo Guterres, um dos principais fatores que contribuem para esse quadro é o não pagamento das contribuições obrigatórias por parte de alguns países, situação que força o organismo a devolver recursos não gastos pela organização, comprometendo o planejamento orçamentário e a continuidade de projetos essenciais.
Os Estados Unidos e a China aparecem como os principais responsáveis pela composição desse orçamento, uma vez que a regra de recebimento dessa taxa está diretamente relacionada ao tamanho da economia dos países-membros. Apesar de não citar nomes diretamente, Guterres revelou que, no final de 2025, havia um valor recorde de US$ 1,57 bilhão em dívidas pendentes.
Por Paraíba Master