Conselho de Paz: veja a posição dos paises convidados
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Lançado na quinta-feira (22), o “Conselho de Paz”, proposto por Donald Trump, tem como objetivo convidar países a integrar um núcleo voltado à promoção da “paz” e à reconstrução da Faixa de Gaza. A iniciativa convocou cerca de 60 países, entre os quais alguns já aceitaram o convite, outros declinaram, enquanto nações como o Brasil ainda analisam a proposta.
Aliados de Trump aderem a conselho, enquanto Europa reage com cautela
Países politicamente alinhados ao ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, como Argentina e Israel, estiveram entre os primeiros a anunciar adesão a um novo conselho proposto pelo governo americano. A iniciativa, no entanto, tem gerado preocupação entre nações europeias, que observam o movimento com cautela.
De acordo com a agência de notícias Bloomberg, a Itália foi convidada a integrar o grupo como um dos países fundadores, mas ainda não respondeu oficialmente ao convite feito por Washington. O silêncio italiano reflete a postura mais cautelosa adotada por parte da Europa diante da proposta.
Na América do Sul, o Brasil ainda avalia a iniciativa. O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não anunciou uma decisão definitiva até o momento, mantendo a posição em análise, diante dos possíveis impactos diplomáticos e políticos do alinhamento.
Até agora, o Canadá é o único país que teve o convite formalmente cancelado por Trump. A decisão foi anunciada após uma troca de farpas entre o presidente americano e o primeiro-ministro canadense, Mark Carney, durante o Fórum Econômico Mundial, evidenciando o desgaste na relação entre os dois
líderes.
Países que aceitaram
Armênia
Arábia Saudita
Argentina
Azerbaijão
Bahrein
Belarus
Bulgária
Catar
Cazaquistão
Egito
Emirados Árabes Unidos
Hungria
Indonésia
Israel
Jordânia
Kosovo
Marrocos
Mongólia
Paquistão
Paraguai
Turquia
Uzbequistão
Vietnã
Países que recusaram
França
Noruega
Eslovênia
Suécia
Espanha
Alemanha
Países que estão analisando
Brasil
Reino Unido
China
Croácia
Itália
Rússia
Singapura
Ucrânia
A posição do Brasil, até o momento, é de analisar a proposta. Nesta sexta-feira (24), Lula acusou Trump de querer ser o “dono” da ONU, com a proposta do Conselho.
Por Paraíba Master