29 de setembro de 2026
Abrir Player em Nova Janela

Justiça Eleitoral mantém uso da biometria nas urnas e garante voto de eleitores sem cadastro digital

 Justiça Eleitoral mantém uso da biometria nas urnas e garante voto de eleitores sem cadastro digital

Foto: Divulgação

#Compartilhe

A biometria continuará sendo utilizada pela Justiça Eleitoral nas eleições deste ano como uma ferramenta de segurança para reforçar a identificação dos eleitores e reduzir riscos de fraudes durante a votação. O recurso estará disponível em todas as seções eleitorais do país.

Apesar da ampliação do uso da tecnologia, o cadastro biométrico não é uma exigência para que o cidadão exerça o direito ao voto. Eleitores com o título regularizado poderão votar normalmente mesmo sem terem registrado suas digitais. Nesses casos, será necessário apresentar um documento oficial de identificação no momento do acesso à urna eletrônica.

Caso o equipamento não consiga reconhecer a digital de um eleitor que já possui biometria cadastrada, o procedimento poderá ser repetido por até quatro vezes. Se a falha persistir, os mesários poderão confirmar a identidade do cidadão por meio de outros dados disponíveis no cadastro eleitoral.

Após a conferência das informações, o eleitor poderá votar normalmente. A validação será feita com a assinatura no caderno de votação ou, para aqueles que não sabem assinar, com o registro da impressão digital.

A Justiça Eleitoral começou a adotar a identificação biométrica em 2008, com o objetivo de tornar o processo eleitoral mais seguro e impedir que uma pessoa vote utilizando os dados de outro eleitor. Além disso, o cruzamento das informações permite ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) identificar possíveis registros duplicados no cadastro eleitoral.

O prazo para realizar o cadastramento biométrico para as eleições de 2026 terminou em maio. Por isso, novos registros não serão feitos antes do pleito. A recomendação do TSE é que os eleitores que ainda não possuem biometria procurem a Justiça Eleitoral após as eleições para regularizar o cadastro.

Durante o procedimento, são coletadas a fotografia do eleitor, as impressões digitais de todos os dedos das mãos e a assinatura. Esses dados são utilizados para aprimorar a segurança e a confiabilidade do sistema de votação brasileiro.

 

Por Paraíba Master

Relacionados