29 de setembro de 2026
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Pressão por boicote à Copa do Mundo cresce após posições de Trump

 Pressão por boicote à Copa do Mundo cresce após posições de Trump

(Foto: Jia Haocheng / POOL / AFP)

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Um movimento europeu de boicote à Copa do Mundo, que será realizada nos Estados Unidos, México e Canadá, vem ganhando força em meio à insatisfação com decisões do presidente americano Donald Trump, tanto na política nacional quanto internacional.

Entre os principais motivos está a questão da Groenlândia. O território autônomo, alvo frequente de interesse de Trump, surge como uma das pautas que motivam protestos contra a realização do torneio em solo norte-americano.

Na Holanda, um documento com cerca de 150 mil assinaturas reflete essa posição e tem chamado atenção da Federação Holandesa de Futebol. O presidente da entidade, Frank Paauw, reconheceu que Trump tem feito “um monte de ameaças”, mas descartou, por enquanto, a possibilidade de a seleção deixar de participar do Mundial.

A discussão sobre um possível boicote, no entanto, não se limita à Holanda. Na Alemanha, Oke Göttlich, vice-presidente da federação nacional, afirmou que o Mundial poderia se transformar em um evento de propaganda pró-Trump, financiado pela Fifa, e que a seleção alemã deveria considerar não participar. A proposta, contudo, não recebeu apoio dentro da entidade e não se tornou uma posição oficial.

Segundo o jornal britânico The Guardian, uma reação conjunta às declarações de Trump chegou a ser discutida em reunião na semana passada, em Budapeste, com representantes de 20 seleções europeias.

Por Paraíba Master

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