Secretaria de Saúde intensifica ações de prevenção ao Aedes em escolas do Município
Fotografia: Letícia Beatriz
A Secretaria Municipal de Saúde (SMS), por meio da Gerência de Vigilância Ambiental (GVAZ), vem desenvolvendo ações de fiscalização voltadas à prevenção e ao controle do mosquito Aedes aegypti nas instituições de ensino da Rede Municipal. Neste primeiro momento, as visitas concentram-se nas escolas situadas em bairros que apresentaram elevados índices de ovos do mosquito, conforme apontado pelo monitoramento realizado por meio das ovitrampas.
“Nesse início do ano, a combinação de calor e chuvas frequentes contribui diretamente para o surgimento de criadouros, já que a água parada é essencial para a deposição dos ovos. Além disso, as altas temperaturas aceleram o ciclo de vida do Aedes aegypti, fazendo com que ele se reproduza de forma mais rápida. Por isso, intensificar nossas ações nesse momento é primordial para controlar possíveis focos do mosquito e levar a ação nas escolas, antes do início do ano letivo, garante uma proteção às crianças e também aos servidores que atuam no ambiente escolar”, explica a Gerente de Vigilância Ambiental da SMS, Juliana Trigo.
Durante as visitas, os Agentes de Combate às Endemias realizam uma vistoria minuciosa nas áreas internas e externas das unidades escolares, contemplando calhas, caixas d’água e demais reservatórios passíveis de acúmulo de água, bem como vasos de plantas, ralos, bandejas de condensação de geladeiras, lajes e bebedouros.
Além da inspeção técnica, a iniciativa também terá caráter educativo. “Com o início do ano letivo, serão promovidas palestras para alunos e servidores, com orientações sobre prevenção e controle das arboviroses. A realização dessas atividades nas escolas é fundamental para evitar infestações, fortalecer a vigilância em saúde e promover a conscientização desde a infância, contribuindo para ambientes mais seguros e saudáveis”, conclui Juliana Trigo.
Além da identificação de possíveis criadouros, as equipes também realizaram a inspeção de locais que possam funcionar como abrigo para animais sinantrópicos, a exemplo de roedores e pombos, assim como para animais peçonhentos e transmissores de zoonoses. Diante da constatação de situações de risco, são adotadas medidas como a aplicação de larvicidas, a eliminação dos focos identificados e a orientação às equipes das unidades escolares.
Por Paraíba Master, com informações da Prefeitura de João Pessoa