26 de setembro de 2026
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Segurança máxima nos EUA contrasta com clima de festa no México durante o Mundial

 Segurança máxima nos EUA contrasta com clima de festa no México durante o Mundial

Foto: Reprodução

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A chegada das seleções para a Copa do Mundo de 2026 tem revelado contrastes entre os países-sede. Enquanto os Estados Unidos adotam um esquema de segurança rígido, marcado por controles migratórios e revistas intensas em aeroportos e fronteiras, o México tem chamado atenção pela recepção festiva, com música, apresentações culturais e a participação de torcedores na chegada das delegações.

Nos Estados Unidos, o endurecimento das políticas migratórias do governo de Donald Trump tem impactado diretamente o ambiente do Mundial. Algumas delegações relataram processos de entrada mais demorados, enquanto integrantes de seleções e da arbitragem enfrentaram dificuldades relacionadas a vistos e autorizações de acesso ao país. Especialistas apontam que a FIFA possui atuação limitada diante das decisões soberanas das autoridades americanas.

Além das barreiras migratórias, trabalhadores de estádios e hotéis norte-americanos também denunciaram preocupações com operações de fiscalização e ações do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), tema que ganhou destaque às vésperas da competição.

No México, por outro lado, a atmosfera tem sido marcada pela celebração. Em cidades-sede como Cidade do México, Guadalajara e Monterrey, autoridades locais organizaram recepções culturais com grupos musicais, danças típicas e manifestações populares para dar as boas-vindas às seleções e aos torcedores. O país também busca reforçar sua identidade como uma das nações mais tradicionais da história das Copas do Mundo.

O contraste entre os dois cenários tem gerado debates entre torcedores e observadores internacionais. Enquanto os Estados Unidos priorizam protocolos de segurança e controle de fronteiras, o México investe na proximidade com o público e na valorização de sua cultura para transformar a Copa em uma grande celebração popular.

Apesar das diferenças na recepção, os três países-sede — Estados Unidos, México e Canadá — compartilham a responsabilidade de receber a maior edição da história do torneio, que reúne 48 seleções e milhares de profissionais e torcedores de todo o mundo.

Por Paraíba Master

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