27 de setembro de 2026
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Fifa é alvo de críticas após liberar atacante dos EUA para as oitavas

 Fifa é alvo de críticas após liberar atacante dos EUA para as oitavas
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A decisão da Fifa de revogar a suspensão automática do atacante norte-americano Folarin Balogun provocou forte reação da União Europeia e da Uefa. As entidades criticaram a medida e afirmaram que ela compromete a credibilidade da Copa do Mundo e a integridade das regras da competição.

Balogun havia sido expulso na vitória dos Estados Unidos sobre a Bósnia e Herzegovina após uma entrada considerada violenta. O árbitro brasileiro Raphael Claus aplicou o cartão vermelho após revisão do lance pelo VAR. Pela regra, a expulsão resultaria em suspensão automática para a partida seguinte.

No entanto, a Fifa decidiu suspender os efeitos da punição, permitindo que o atacante fique à disposição da seleção norte-americana para enfrentar a Bélgica nas oitavas de final. A entidade informou que a suspensão ficará em período probatório de um ano e será reativada caso o jogador cometa infração semelhante nesse período.

Em nota oficial, a Uefa classificou a decisão como “sem precedentes, incompreensível e injustificável”, afirmando que a Fifa “cruzou uma linha vermelha” ao flexibilizar uma punição considerada automática pelo regulamento. A federação europeia defendeu que a igualdade de aplicação das regras é fundamental para a credibilidade do futebol.

A polêmica ganhou ainda mais repercussão após relatos de que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teria solicitado ao presidente da Fifa, Gianni Infantino, uma revisão da expulsão. Trump confirmou que pediu a reavaliação do lance, mas negou ter interferido na decisão final.

A Federação Belga de Futebol também contestou a medida e apresentou recurso contra a liberação do atacante, alegando que a mudança abre um precedente perigoso para futuras competições.

Por Paraíba Master

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