Funesc celebra Dia Internacional da Dança com programação gratuita em três cidades da Paraíba neste fim de semana
Foto: Divulgação
Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) realiza, neste sábado (25) e domingo (26), programação gratuita em comemoração ao Dia Internacional da Dança. A ação ocorre em Campina Grande, Cabedelo e Cajazeiras.
No sábado (25), a programação tem início às 9h, na sala de dança do Teatro Íracles Pires (ICA), com a oficina ‘Parahyba Corpo Festivo’, com Erik Breno. Já à noite, no palco do ICA, tem sessão dupla do espetáculo ‘Travessia: O que fica em nós’, com a Cia de Dança Marcelo Fiuza, às 18h e 20h.
No domingo (26), às 9h, na área externa do Cineteatro São José, em Campina Grande, Jack Keysy ministra a oficina ‘Maria Fumaça: Waacking e House’. Já às 18h, no palco do teatro, Valéria Vicente apresenta ‘Na Esteira’ e, em seguida, às 18h40, é a vez de Rafael Sabino apresentar seu solo ‘Dançando na Escuridão’.
Ainda no domingo, no Teatro Santa Catarina, em Cabedelo, às 17h, Joyce Barbosa traz para o público sua apresentação, intitulada ‘Em nome do Pai’. Às 17h30, o público assistirá ‘Doce’, espetáculo que é resultado prático do curso de Dança da Universidade Federal da Paraíba.
Confira a programação:
Sábado (25) – Teatro Íracles Pires (Cajazeiras)
9h às 13h – Oficina ‘Parahyba Corpo-Festivo’, com Erik Breno
Classificação: 14 anos
Sinopse: A oficina artística pedagógica trata da realização da descoberta pré-expressiva da dança pessoal e da organização do treinamento energético de um corpo popular expressivo através das bases e dos fundamentos das culturas de danças, com identitário paraibano, do house dance, do frevo e do folguedo da dança teatral do Cavalo Marinho.
18h – Sessão 01 ‘Travessia: O que fica em nós’, com a Cia de Dança Marcelo Fiuza
Classificação: Livre
Sinopse: Nasce da ideia de que viver é atravessar. Atravessamos fases, pessoas, dores, amores e despedidas. Algumas passagens são leves como brisa. Outras são profundas como mar aberto. Mas nenhuma é em vão. Este espetáculo propõe uma jornada sensível sobre os encontros que nos constroem e as partidas que nos transformam. Não é uma história linear. É uma experiência emocional.
20h – Sessão 02 ‘Travessia: O que fica em nós’, com a Cia de Dança Marcelo Fiuza
Classificação: Livre
Domingo (26) – Cineteatro São José (Campina Grande)
9h às 13h – Oficina ‘Maria Fumaça: Waacking e House’, com Jack Keysy
Classificação: Livre
Sinopse: A proposta convida a uma imersão nas Danças de Club, como House e Waacking, articulando história, música e movimento. O processo envolve reconhecer essas influências culturais, experimentar suas bases e refletir sobre como atravessam o corpo, promovendo a continuidade e a reinvenção da cultura disco no contexto contemporâneo.
18h – ‘Na Esteira’, com Valéria Vicente
Classificação: Livre
Sinopse: O espaço largo entre meus seios afirma a ancestralidade indígena silenciada e ocultada pela família ao longo do século XX. Mas o que fazer com essa compreensão, diante de tantas contradições de viver no Brasil do século XXI? A esteira de pipiri é anteparo e portal para acessar a terra e conversar com ela. Intenciono investigar como ativar uma ancestralidade e ser movida por ela. Na esteira, me acompanho de perto.
18h40 – ‘Dançando na Escuridão’, com Rafael Sabino
Classificação: 12 anos
Sinopse: Uma coreografia da depressão. O protagonista é um professor e bailarino que, na sua condição humana, vive uma rotina sobrecarregada por “milhões de funções”. Essa multiplicidade de papéis e tarefas gera um caos interno que encontra sua única voz através da dança. Seu Solo investiga artisticamente a experiência subjetiva da depressão. A proposta vai além de representar a tristeza; busca corporificar a complexidade do transtorno: o peso físico, a ansiedade, a dissociação, os ciclos da rotina diária e dor aguda, e os raros lampejos de espera ou alívio. O solo sugere a paradoxal ideia de encontrar um movimento, uma pulsão de vida, mesmo dentro do vazio mais profundo. O objetivo é criar um retrato íntimo, cru e não romantizado da rotina que adoece, transformando a angústia em matéria prima coreográfica para gerar identificação, reflexão e reduzir o estigma em torno da saúde mental.
Domingo (26) – Teatro Santa Catarina (Cabedelo)
17h – ‘Em nome do Pai’, com Joyce Barbosa
Classificação: 14 anos
Sinopse: Numa atmosfera cênica de ambivalência entre o medo e a busca por se salvar, uma criatura sem forma tenta lutar contra uma raiva interior, brotada em seu corpo pelas circunstâncias de abandono, como forma de seguir vivendo, se questionando: o que pode o humano, de olhos abertos, diante de um pesadelo? E o que pode uma criança diante do assombro do desamparo?
17h30 – ‘Doce’, resultado prático do Curso de Dança da UFPB
Classificação: 14 anos
Sinopse: No fio simbólico da vida, que conduz cada sujeito pelos seus caminhos, encontros e amores, existe uma tinta de múltiplas cores, que pinga sensível traçando as rotas para que lembremos por onde passamos e com quem estivemos. E é por esse fio de melaço que goteja no espaço que artistas entram em cena para construírem seus rastros de afeto nos corpos um dos outros.
Paraíba Master com informações do Governo da Paraíba