Após queda da Noruega, Brasil perde marca que resistia desde 1934
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A eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2026 ganhou contornos ainda mais dramáticos e historicamente negativos após os desdobramentos da fase decisiva do torneio. O Brasil, que foi superado pela surpreendente seleção da Noruega, viu o seu carrasco ser derrotado na sequência da competição. Com isso, os escandinavos darão adeus ao torneio garantindo, no máximo, a quinta colocação geral.
O fato é que ela é uma marca indigesta para a história do futebol brasileiro: é a primeira vez desde a Copa de 1934 que o Brasil é eliminado de um Mundial por um país que não consegue sequer terminar entre os quatro primeiros colocados (ficando de fora do pódio e da disputa direta por medalhas).
Em Copas passadas, as eliminações brasileiras costumavam ocorrer diante de potências que alcançavam as finais ou as semifinais, como a Croácia (2022), Bélgica (2018), Alemanha (2014), Holanda (2010) e França (2006). Para encontrar um cenário similar ao atual, é preciso voltar quase um século no tempo, até o Mundial da Itália em 1934, quando o Brasil foi eliminado logo na primeira fase pela Espanha, que também não alcançou as semifinais na ocasião.
A eliminação precoce acende o sinal de alerta na comissão técnica e na diretoria da CBF. Torcedores paraibanos e de todo o país manifestaram profunda indignação nas redes sociais, apontando a falta de consistência tática e psicológica de um elenco repleto de estrelas do futebol europeu, mas que não conseguiu se impor diante de uma seleção de menor expressão tradicional no cenário internacional.
Agora, resta à Seleção Brasileira iniciar um doloroso processo de reflexão e reformulação visando os próximos ciclos competitivos. A certeza que fica é que a Copa do Mundo de 2026 entra para os livros de história do futebol nacional não apenas pela frustração do hexa adiado, mas por reviver fantasmas estatísticos que pareciam enterrados desde a década de 1930.
Por Paraíba Master